músicas · 11
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O Sol Cá Dentro original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 08.09.2026Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Ombros pesados e o olhar apagado,Vivo e ao mesmo tempo morto, ao acasoVagueiam os olhos pela calçada,"Ninguém" e "de modo nenhum" soam por baixo de mim.Lembro-me de mim, no desânimo, vazio.Lembro-me da treva que me encheu. Que sejaNem centelha de esperança, nem clarão de sentir,Não se vê nada, só o peso do fardo.Houve momentos em que fui eu mesmo?Em que reinava a alegria e havia paz?Em que o coração gritava e se punha a dançar,Em que não havia tristeza, só a voz da beleza?Tantas perguntas, tantas respostas.A mente diz - mas não há nada.Mas o coração, o coração grita teimoso:"Vê-me, eu estou vivo!" Dói.Dói, e como no nevoeiro, zumbe,Não pode viver como ontem vivia.Não pode deixar de crer, temer e recuar,Não pode trazer de volta tudo o que foi.Tanto amor escondido à volta,Escuta, sente, alimenta-te, meu amigo!Aqui não há barreiras, condições nem mentiras,O sol não está lá fora, está simplesmente cá dentro. -
Passo de Fé original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 05.12.2025Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Um passo no desconhecido, um passo no vazio.Sinto o caminho na pele. VouCom esperança e com fé, com medo a andar,Não recuo, vou ao encontro.RefrãoQuantas dúvidas passaram por mim,Quantas vezes o coração ardeu,Com medos estéreis de olhos abertos,Só o que é real nos mantém a andar.Bate como um coração o fogo dos sonhos,Aquece com ternura e tremor. Às vezesUma e outra vez ergue-se em onda,Em cores vivas sobre a água.RefrãoRefrãoUm momento de tristeza veio e passou,O velho e o novo agora são um só.As máscaras caíram, não há falsidade -Seguro com força o bilhete na mão. -
Orgulho original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 24.11.2025Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Saber não é saber fazer,Falar não é fazer.Quando o tédio me fere o dia,Entra-me em casa o orgulho.A alegria do dia desfaz-se em cacos,Sumindo na azáfama das notícias.Por trás dos rangidos falsos da pressaFica só a sombra dos dias.Que horas são?Segundos, minutos, horas.Dias atrás de dias passam depressa,Tornando-se bolhas de anos,Fecham o anel da velhice.E não veem saída.Na cabeça trovejam os passosPesados e ocos da pena.Ecoando falsidade,As maldades despedaçam-nos.Quem souber o que vem depoisVirará para o rumo da clareza.Aqui não haverá moral especial,Cada um é o capitão do seu navio.E quanto mais limpos parecem os horizontes,Eis a pergunta - e onde estou eu aqui? -
Ao Meio original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 27.08.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Dedicada ao sismo em Lisboa a 26.08.2024Com mão a tremer seguro a pena,Devagar, no compasso, escrevo a carta.Que voe outra vez, sem saber de barreiras,Bate o coração. Não há volta.RefrãoEu vejo o céu por cima de mim.Eu vejo as estrelas lá em baixo.Leves murmúrios aqui e ali,A vida não se parte ao meio.PonteEntão e agora - foi, passou,Aqui e ali - partido ao meio.Semanas e dias já estão contados,O mundo em tensão, tal como nós.Ainda incertos os traços da aurora,Dispersos estamos, desunidos.O planeta estremece, ruge o mar,Lava toda a sujidade de uma vez.Faísca de tensão o ar à volta,Já não há forças para levar a dor.FaladoApesar de toda esta dor, que venha a alegria às nossas vidas.A alegria de um dia simples, de viver tudo o que o mundo nos traz,Na aceitação e na consciência - não há nada que não consigamos atravessar juntos.Sem nos destruirmos, nem aos outros, nem ao planeta que nos deu abrigo. -
Dá-me Força original RU
Música: Sergio Rykov · 01.08.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Notas de alegria misturadasEnchem o caderno e cantam.Notas de tristeza, como em troça,Entram, encontrando abrigo.Outra vez geme a televisão,As manchetes gritam e chamamA mergulhar num mundo sem luz,Onde a vida é pisada à volta.Estamos cansados de guerras e perseguições,Estamos cansados de temer palavras.Estamos cansados de viver na dúvida,Onde brota a mentira mesquinha.Que o orgulho nos sussurre, teimoso,Que não fomos nós a começar a guerra.Que nos amaldiçoem e arrastem pelo direitoDe chamar a escuridão pelo nome.Nascemos e sobrevivemos nela,Dividindo gente em não-gente,Repetindo o texto decorado:Bom é onde nós não estamos.Escondendo a mentira no fundo dos sentidos,Pondo máscaras por decência,Vivemos toda a dor do universo,Apodrecendo no sufoco do poder.O medo de admitir dissolve a coragem,O medo de partir abafa a voz.Quanto mais aflita é a espera,Tanto mais facilmente nos trava.Será esta a alegria do universo?Será esta a sua voz?Haverá fé na espera?Haverá Deus dentro de nós?Oração dos Anciãos de OptinaSenhor, concede-me acolher com serenidade de alma tudoo que me trouxer o dia que começa.Concede-me entregar-me inteiramente à Tua santa vontade.Em cada hora deste dia, instrui-me e ampara-me em tudo.Quaisquer notícias que eu receba durante o dia,ensina-me a aceitá-las com a alma serenae com a firme convicção de que em tudo se cumpre a Tua santa vontade.Em todas as minhas palavras e ações, guia os meus pensamentos e sentimentos.Em todos os imprevistos, não me deixes esquecer que tudo é enviado por Ti.Ensina-me a agir com retidão e sensatez com cada membro da minha família,sem perturbar nem entristecer ninguém.Senhor, dá-me força para suportar o cansaço do dia que começae todos os acontecimentos do dia.Guia a minha vontade e ensina-me a rezar, a crer, a ter esperança,a ter paciência, a perdoar e a amar. -
A Canção da Missy original RUEN
Letra: William P. Young (A Cabana) · o livro «A Cabana»Música: Sergio Rykov · 29.06.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru/en.Sopra sobre mim o teu alento,Para eu poder respirar... e viver.Aperta-me ao teu peito, aquece-meE dá-me forças para adormecer.E nos suspiros ternos do ventoContigo nos fundimos,Dançando entre as campas,Saindo das trevas para a luz.Os vivos não conseguemSaber a resposta simples,Só Aquele que dá a vida,Cujo sopro me guarda do mal.Respira em mim... fundo,Para que eu respire... e viva,E abraça-me para que eu durma,Envolta em tudo o que dás.Vem beijar-me, vento, e leva o meu fôlegoAté sermos um só, tu e eu,E dançaremos entre as campasAté a morte não existir.E ninguém sabe que existimos,Nos braços um do outro,Exceto Aquele que soprou o alentoQue me guarda a salvo do mal. -
O Mandamento do Poeta original RU
Música: Sergio Rykov · 04.04.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.EpígrafeA lei nem sempre é justaE a verdade às vezes está fora da lei,Onde o padre ergueu para si um castelo,Lá o diabo constrói um templo de betão.O amor a nós próprios aceitamos muitas vezesCom vaidade, como se fôssemos bons demais...Mas bom é só quem conseguiu mostrar-nos amor terrenoPela bondade da sua alma.O vencedor não é quem bate por knock-out,Vence em tudo quem se governa a si mesmo;Quem sabe amar e quem vive honestamente,Num momento difícil, o próprio Senhor o ajuda.Quando a alma das pessoas se cansar de viver no rancor -O amor derrubará o ódio para sempre!Quem foi inimigo talvez se torne amigo,Feliz será cada ser humano.O ateu passará a crer, assim que escapar do inferno,E o crente, na sua vaidade, esquecerá o paraíso.Todos são iguais perante Deus, não o devemos esquecer,Mas cada um escolhe quando pisar a beira.É muito importante perdoar, isso diz respeito a todos! -Sem erros só vive o cobarde e o preguiçoso.Para quem caminha pela vida, tropeçar não é pecado;Quem procura ajudar carrega a cruz das censuras.Escutei o silêncio de aldeias abandonadasE o ruído sem fim nos bairros de lata das cidades;Estive em lugares santos, antigos e cheios de oração,Onde não há azáfamas do mundo nem tolices humanas.Em vão discuti, rejeitando a tolice,E em silêncio escutei a voz piedosa.Sei o valor de tudo aquilo que sei,Mas a cada hora procuro ficar mais rico.Vi bêbados com olhos sábiosE mulheres perdidas com rosto de pureza.Conheço fortes que choraram aos soluçosE fracos que carregam cruzes.Não temas o ladrão com aspeto de mendigo,E não te apresses a amaldiçoar por ninharias -Teme antes quem parece respeitável,O ladrão de rosto justo leva parte da alma.Não culpes o vizinho de todos os pecados,Não tramas intrigas nem teças mexericos!Serás pago com bondade por issoQuando tropeçares no teu caminho.Não julgues aquilo de que não tens certeza;Não prometas se decidiste mentir.Não verifiques quando já confiaste!E não ofereças planeando tirar.Reza quando acreditas na oração;Vive só com quem tu próprio amas.Afasta aqueles que odeias;E confia nos olhos, não em palavras vazias.Não esperes que a tua vida terrenaContinue nos céus.Sem inferno não conhecerás o paraíso,E sem alma és apenas pó.EpílogoQuanto mais provações há na vida,Mais firme deve ser a fé.Pois não há desculpa para o desânimo!Assim, vive santamente e ama a vida. -
Raio de Sol na Parede original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 24.03.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Dedicado a todos nós - aos vivos e aos que partiram.Intro (lida como um poema)Perante Deus todos somos iguais, ensinaram-nos,E dividiram-nos, obrigando-nos a crer que só os santos -Maomé, Buda e Jesus - podiam criar a palavra sagradaPerante a face do Senhor, com severidade, a lembrar e a assustar.Criamos fronteiras onde a vida corre sem as ter em conta.Regando com zelo os medos, a experimentar a profundidade da faca,Envenenamos gerações, impondo luto e acusações,Em trovões surdos, com êxtase, desmembramos a beleza.Esquecendo o passado, nem vemos as causas,Só guardamos raiva, no coração as trevas.Quem dirá que, sem razão, não nos vamos desfigurar?E sobre a justiça lançamos o freio da culpa, a acusar-nos a nós próprios.Abro os olhos, fico deitado, tranquilo,Sinto o coração, o gato ao canto,Um raio de sol cintila, a faiscar no armário,E de repente percebo - eu estou vivo!Ecoa-me na cabeça - que bom!O mundo à volta fica suspenso, e depoisO relógio, a tremer, continua a andar,Tudo regressa ao círculo das preocupações.Refrão (vivo)Vejo um raio de sol na parede,Que este dia me sorria!A luz da alegria corre à volta,Beija-me suavemente o coração, meu amigo.Um dia de sol, um pequeno passo,O olhar atento de olhos curiosos,Pequeno-almoço, caminho, trabalho, almoço,Mas algo diferente dá cor ao rasto.Uns falam, outros ficam calados,Pensamentos e sentimentos ardem num incêndio,A dor, como veneno, acende-se e atrai,A amargura pulsa e zumbe.InterlúdioRefrão (vivo)Na memória cantam os rostos dos que partiram:Estamos bem - encontrámos aqui abrigo!Apetece chorar, rir até soluçar,Deitar fora a dor, perdoar um monte de mágoas.Como contar que eu também estou vivo?Que sinto dor e quero ir para casa?Que choro, grito, vivo a amar,Mas sei - começo sempre por mim.Refrão (vivo)Interlúdio (suave)Que todos os seres vivos sejam felizes!Que o amor apague todas as fronteiras do medo e da loucura,Enchendo-nos de fé e dando-nos força para agir pelo bem do próximo.Lamento muito, perdoa-me. Obrigado, e amo-te. -
Cuida de Ti original RU
Música: Sergio Rykov · 22.03.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Cuida de ti, ouviste...Não é preciso ferir o coração com tristeza.De manhã um café e o nariz no ar,Sorri com a alma e com o olhar.Tudo passa, dá valor ao momento,Recordando apenas o que é bom.Não guardes a dor, pede perdão,Perdoando as ofensas dos outros.Deixa o negativo sair dos pensamentos,Não vale a pena seres demasiado duro contigo.Na vida só o amor tem sentido,Todo o resto é ilusão.Ao fazer o balanço do dia ao fim da tarde,Quando as estrelas tocarem no telhado,Com uma manta quente sobre os ombros,Cuida de ti, ouviste... -
Perdoa-me original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 10.01.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Quem és tu para mim - amigo ou só conhecido?Lembro-me do teu olhar, desse olhar que queimaQue te contorceu o rosto de dor,Uma silhueta a escapar-me das mãos.Quem? Tu. Para mim. Não é claro?Não sentes a falsidade e a frieza a crescer,Este vazio que queima e o distanciamento,No meu "Está tudo bem, não te preocu-u-upes".Quem és tu para mim? Como um mantra preso na cabeça -Disparates, que entram e entram, e eu a enervar-me.Já não consigo perceber onde está a verdade e ondeEu próprio a inventei e eu próprio acreditei.Quem? Para mim? Já tanto me faz,Mas então porque é que não consigo dormir?Porque é que miríades de pensamentos e frasesFervilham e se repetem de todas as maneiras.Quem és tu para mim? E quem é que me diz isto?Que voz é esta cá dentro que repete e repete,Fechando em si toda a minha do-o-o-o-or,Sem a entregar e sem a partilhar.Quem sou eu, afinal? Porque não me vejo?Só se ouve o fungar do nariz no silêncio.Só o tremer dos ombros de um grito sem voz.Só um olhar baixo, de dentro.Porque é que dói tanto? Ó meu Deus!Dói - o meu coração, vivo e trémulo.Terno, carinhoso, frágil.Infinitamente aberto e tão quente.Um suspiro. Fundo, de alívio.Endireita os ombros, levanta o olhar.Um velho trauma, outra vez, quase, talvez.Obriga-me a atiçar o veneno.O quê? Eu. Faço. Para quê?Para quê parto em mil pedaçosA nossa ligação - de muitas faces, moldadaPor horas das nossas conversas e encontros.Amor. Parece que foi isso que eu esqueci,No momento, mergulhando em mim mesmo.Na minha dor, esquecendo-me de ti.Um suspiro. Inspiro. Mais leve. -
Folhas de Oliveira original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 01.01.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Em ondas, em ondas — de novo o amanhecer.Antigas e novas mandam-nos saudações.Com leveza, com alegria cantam baixinho,Tilintam, a sorrir, a pedir abrigo.O grito das gaivotas, um bater brusco de asa,A brisa do mar, uma onda ergue-se,Cachos de pérolas cintilam, a faiscar,Como sol espalhado sobem, a murmurar.A morte persegue-nos aqui e ali,Chega de repente, ou assim nos parece.Atrás dela não vês o fluxo do amorQue leva pelo mundo a lição da morte.A dor recebe-nos com as suas garras e, de repente,Vem o pensamento de olhar à nossa volta.Soprou um vento de leveza e alegria,Como se alguém invisível levantasse voo.Os pensamentos seguem em enxame para longe,A inquietação vai-se embora, o véu cai.As cores da ternura derramam-se na tela,As mágoas foram-se, e com elas a raiva e o rancor.Ele não está aqui, voltou de novo para casa.Levou a nossa dor e devolveu-nos o amor.As folhas de oliveira sussurram ao vento,A vida continua de novo pela manhã.Um pôr do sol delicado, um brilho rosa-claro,Os salpicos das ondas, o grito agudo das gaivotas,Em ondas, em ondas — de novo o amanhecer.A alegria estremece suavemente no seu rasto.