músicas · 20
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O Sol Cá Dentro original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 08.09.2026Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Ombros pesados e o olhar apagado,Vivo e ao mesmo tempo morto, ao acasoVagueiam os olhos pela calçada,"Ninguém" e "de modo nenhum" soam por baixo de mim.Lembro-me de mim, no desânimo, vazio.Lembro-me da treva que me encheu. Que sejaNem centelha de esperança, nem clarão de sentir,Não se vê nada, só o peso do fardo.Houve momentos em que fui eu mesmo?Em que reinava a alegria e havia paz?Em que o coração gritava e se punha a dançar,Em que não havia tristeza, só a voz da beleza?Tantas perguntas, tantas respostas.A mente diz - mas não há nada.Mas o coração, o coração grita teimoso:"Vê-me, eu estou vivo!" Dói.Dói, e como no nevoeiro, zumbe,Não pode viver como ontem vivia.Não pode deixar de crer, temer e recuar,Não pode trazer de volta tudo o que foi.Tanto amor escondido à volta,Escuta, sente, alimenta-te, meu amigo!Aqui não há barreiras, condições nem mentiras,O sol não está lá fora, está simplesmente cá dentro. -
Passo de Fé original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 05.12.2025Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Um passo no desconhecido, um passo no vazio.Sinto o caminho na pele. VouCom esperança e com fé, com medo a andar,Não recuo, vou ao encontro.RefrãoQuantas dúvidas passaram por mim,Quantas vezes o coração ardeu,Com medos estéreis de olhos abertos,Só o que é real nos mantém a andar.Bate como um coração o fogo dos sonhos,Aquece com ternura e tremor. Às vezesUma e outra vez ergue-se em onda,Em cores vivas sobre a água.RefrãoRefrãoUm momento de tristeza veio e passou,O velho e o novo agora são um só.As máscaras caíram, não há falsidade -Seguro com força o bilhete na mão. -
Orgulho original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 24.11.2025Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Saber não é saber fazer,Falar não é fazer.Quando o tédio me fere o dia,Entra-me em casa o orgulho.A alegria do dia desfaz-se em cacos,Sumindo na azáfama das notícias.Por trás dos rangidos falsos da pressaFica só a sombra dos dias.Que horas são?Segundos, minutos, horas.Dias atrás de dias passam depressa,Tornando-se bolhas de anos,Fecham o anel da velhice.E não veem saída.Na cabeça trovejam os passosPesados e ocos da pena.Ecoando falsidade,As maldades despedaçam-nos.Quem souber o que vem depoisVirará para o rumo da clareza.Aqui não haverá moral especial,Cada um é o capitão do seu navio.E quanto mais limpos parecem os horizontes,Eis a pergunta - e onde estou eu aqui? -
Ao Meio original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 27.08.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Dedicada ao sismo em Lisboa a 26.08.2024Com mão a tremer seguro a pena,Devagar, no compasso, escrevo a carta.Que voe outra vez, sem saber de barreiras,Bate o coração. Não há volta.RefrãoEu vejo o céu por cima de mim.Eu vejo as estrelas lá em baixo.Leves murmúrios aqui e ali,A vida não se parte ao meio.PonteEntão e agora - foi, passou,Aqui e ali - partido ao meio.Semanas e dias já estão contados,O mundo em tensão, tal como nós.Ainda incertos os traços da aurora,Dispersos estamos, desunidos.O planeta estremece, ruge o mar,Lava toda a sujidade de uma vez.Faísca de tensão o ar à volta,Já não há forças para levar a dor.FaladoApesar de toda esta dor, que venha a alegria às nossas vidas.A alegria de um dia simples, de viver tudo o que o mundo nos traz,Na aceitação e na consciência - não há nada que não consigamos atravessar juntos.Sem nos destruirmos, nem aos outros, nem ao planeta que nos deu abrigo. -
Dá-me Força original RU
Música: Sergio Rykov · 01.08.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Notas de alegria misturadasEnchem o caderno e cantam.Notas de tristeza, como em troça,Entram, encontrando abrigo.Outra vez geme a televisão,As manchetes gritam e chamamA mergulhar num mundo sem luz,Onde a vida é pisada à volta.Estamos cansados de guerras e perseguições,Estamos cansados de temer palavras.Estamos cansados de viver na dúvida,Onde brota a mentira mesquinha.Que o orgulho nos sussurre, teimoso,Que não fomos nós a começar a guerra.Que nos amaldiçoem e arrastem pelo direitoDe chamar a escuridão pelo nome.Nascemos e sobrevivemos nela,Dividindo gente em não-gente,Repetindo o texto decorado:Bom é onde nós não estamos.Escondendo a mentira no fundo dos sentidos,Pondo máscaras por decência,Vivemos toda a dor do universo,Apodrecendo no sufoco do poder.O medo de admitir dissolve a coragem,O medo de partir abafa a voz.Quanto mais aflita é a espera,Tanto mais facilmente nos trava.Será esta a alegria do universo?Será esta a sua voz?Haverá fé na espera?Haverá Deus dentro de nós?Oração dos Anciãos de OptinaSenhor, concede-me acolher com serenidade de alma tudoo que me trouxer o dia que começa.Concede-me entregar-me inteiramente à Tua santa vontade.Em cada hora deste dia, instrui-me e ampara-me em tudo.Quaisquer notícias que eu receba durante o dia,ensina-me a aceitá-las com a alma serenae com a firme convicção de que em tudo se cumpre a Tua santa vontade.Em todas as minhas palavras e ações, guia os meus pensamentos e sentimentos.Em todos os imprevistos, não me deixes esquecer que tudo é enviado por Ti.Ensina-me a agir com retidão e sensatez com cada membro da minha família,sem perturbar nem entristecer ninguém.Senhor, dá-me força para suportar o cansaço do dia que começae todos os acontecimentos do dia.Guia a minha vontade e ensina-me a rezar, a crer, a ter esperança,a ter paciência, a perdoar e a amar. -
A Canção da Missy original RUEN
Letra: William P. Young (A Cabana) · o livro «A Cabana»Música: Sergio Rykov · 29.06.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru/en.Sopra sobre mim o teu alento,Para eu poder respirar... e viver.Aperta-me ao teu peito, aquece-meE dá-me forças para adormecer.E nos suspiros ternos do ventoContigo nos fundimos,Dançando entre as campas,Saindo das trevas para a luz.Os vivos não conseguemSaber a resposta simples,Só Aquele que dá a vida,Cujo sopro me guarda do mal.Respira em mim... fundo,Para que eu respire... e viva,E abraça-me para que eu durma,Envolta em tudo o que dás.Vem beijar-me, vento, e leva o meu fôlegoAté sermos um só, tu e eu,E dançaremos entre as campasAté a morte não existir.E ninguém sabe que existimos,Nos braços um do outro,Exceto Aquele que soprou o alentoQue me guarda a salvo do mal. -
O Mandamento do Poeta original RU
Música: Sergio Rykov · 04.04.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.EpígrafeA lei nem sempre é justaE a verdade às vezes está fora da lei,Onde o padre ergueu para si um castelo,Lá o diabo constrói um templo de betão.O amor a nós próprios aceitamos muitas vezesCom vaidade, como se fôssemos bons demais...Mas bom é só quem conseguiu mostrar-nos amor terrenoPela bondade da sua alma.O vencedor não é quem bate por knock-out,Vence em tudo quem se governa a si mesmo;Quem sabe amar e quem vive honestamente,Num momento difícil, o próprio Senhor o ajuda.Quando a alma das pessoas se cansar de viver no rancor -O amor derrubará o ódio para sempre!Quem foi inimigo talvez se torne amigo,Feliz será cada ser humano.O ateu passará a crer, assim que escapar do inferno,E o crente, na sua vaidade, esquecerá o paraíso.Todos são iguais perante Deus, não o devemos esquecer,Mas cada um escolhe quando pisar a beira.É muito importante perdoar, isso diz respeito a todos! -Sem erros só vive o cobarde e o preguiçoso.Para quem caminha pela vida, tropeçar não é pecado;Quem procura ajudar carrega a cruz das censuras.Escutei o silêncio de aldeias abandonadasE o ruído sem fim nos bairros de lata das cidades;Estive em lugares santos, antigos e cheios de oração,Onde não há azáfamas do mundo nem tolices humanas.Em vão discuti, rejeitando a tolice,E em silêncio escutei a voz piedosa.Sei o valor de tudo aquilo que sei,Mas a cada hora procuro ficar mais rico.Vi bêbados com olhos sábiosE mulheres perdidas com rosto de pureza.Conheço fortes que choraram aos soluçosE fracos que carregam cruzes.Não temas o ladrão com aspeto de mendigo,E não te apresses a amaldiçoar por ninharias -Teme antes quem parece respeitável,O ladrão de rosto justo leva parte da alma.Não culpes o vizinho de todos os pecados,Não tramas intrigas nem teças mexericos!Serás pago com bondade por issoQuando tropeçares no teu caminho.Não julgues aquilo de que não tens certeza;Não prometas se decidiste mentir.Não verifiques quando já confiaste!E não ofereças planeando tirar.Reza quando acreditas na oração;Vive só com quem tu próprio amas.Afasta aqueles que odeias;E confia nos olhos, não em palavras vazias.Não esperes que a tua vida terrenaContinue nos céus.Sem inferno não conhecerás o paraíso,E sem alma és apenas pó.EpílogoQuanto mais provações há na vida,Mais firme deve ser a fé.Pois não há desculpa para o desânimo!Assim, vive santamente e ama a vida. -
Raio de Sol na Parede original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 24.03.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Dedicado a todos nós - aos vivos e aos que partiram.Intro (lida como um poema)Perante Deus todos somos iguais, ensinaram-nos,E dividiram-nos, obrigando-nos a crer que só os santos -Maomé, Buda e Jesus - podiam criar a palavra sagradaPerante a face do Senhor, com severidade, a lembrar e a assustar.Criamos fronteiras onde a vida corre sem as ter em conta.Regando com zelo os medos, a experimentar a profundidade da faca,Envenenamos gerações, impondo luto e acusações,Em trovões surdos, com êxtase, desmembramos a beleza.Esquecendo o passado, nem vemos as causas,Só guardamos raiva, no coração as trevas.Quem dirá que, sem razão, não nos vamos desfigurar?E sobre a justiça lançamos o freio da culpa, a acusar-nos a nós próprios.Abro os olhos, fico deitado, tranquilo,Sinto o coração, o gato ao canto,Um raio de sol cintila, a faiscar no armário,E de repente percebo - eu estou vivo!Ecoa-me na cabeça - que bom!O mundo à volta fica suspenso, e depoisO relógio, a tremer, continua a andar,Tudo regressa ao círculo das preocupações.Refrão (vivo)Vejo um raio de sol na parede,Que este dia me sorria!A luz da alegria corre à volta,Beija-me suavemente o coração, meu amigo.Um dia de sol, um pequeno passo,O olhar atento de olhos curiosos,Pequeno-almoço, caminho, trabalho, almoço,Mas algo diferente dá cor ao rasto.Uns falam, outros ficam calados,Pensamentos e sentimentos ardem num incêndio,A dor, como veneno, acende-se e atrai,A amargura pulsa e zumbe.InterlúdioRefrão (vivo)Na memória cantam os rostos dos que partiram:Estamos bem - encontrámos aqui abrigo!Apetece chorar, rir até soluçar,Deitar fora a dor, perdoar um monte de mágoas.Como contar que eu também estou vivo?Que sinto dor e quero ir para casa?Que choro, grito, vivo a amar,Mas sei - começo sempre por mim.Refrão (vivo)Interlúdio (suave)Que todos os seres vivos sejam felizes!Que o amor apague todas as fronteiras do medo e da loucura,Enchendo-nos de fé e dando-nos força para agir pelo bem do próximo.Lamento muito, perdoa-me. Obrigado, e amo-te. -
Cuida de Ti original RU
Música: Sergio Rykov · 22.03.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Cuida de ti, ouviste...Não é preciso ferir o coração com tristeza.De manhã um café e o nariz no ar,Sorri com a alma e com o olhar.Tudo passa, dá valor ao momento,Recordando apenas o que é bom.Não guardes a dor, pede perdão,Perdoando as ofensas dos outros.Deixa o negativo sair dos pensamentos,Não vale a pena seres demasiado duro contigo.Na vida só o amor tem sentido,Todo o resto é ilusão.Ao fazer o balanço do dia ao fim da tarde,Quando as estrelas tocarem no telhado,Com uma manta quente sobre os ombros,Cuida de ti, ouviste... -
Perdoa-me original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 10.01.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Quem és tu para mim - amigo ou só conhecido?Lembro-me do teu olhar, desse olhar que queimaQue te contorceu o rosto de dor,Uma silhueta a escapar-me das mãos.Quem? Tu. Para mim. Não é claro?Não sentes a falsidade e a frieza a crescer,Este vazio que queima e o distanciamento,No meu "Está tudo bem, não te preocu-u-upes".Quem és tu para mim? Como um mantra preso na cabeça -Disparates, que entram e entram, e eu a enervar-me.Já não consigo perceber onde está a verdade e ondeEu próprio a inventei e eu próprio acreditei.Quem? Para mim? Já tanto me faz,Mas então porque é que não consigo dormir?Porque é que miríades de pensamentos e frasesFervilham e se repetem de todas as maneiras.Quem és tu para mim? E quem é que me diz isto?Que voz é esta cá dentro que repete e repete,Fechando em si toda a minha do-o-o-o-or,Sem a entregar e sem a partilhar.Quem sou eu, afinal? Porque não me vejo?Só se ouve o fungar do nariz no silêncio.Só o tremer dos ombros de um grito sem voz.Só um olhar baixo, de dentro.Porque é que dói tanto? Ó meu Deus!Dói - o meu coração, vivo e trémulo.Terno, carinhoso, frágil.Infinitamente aberto e tão quente.Um suspiro. Fundo, de alívio.Endireita os ombros, levanta o olhar.Um velho trauma, outra vez, quase, talvez.Obriga-me a atiçar o veneno.O quê? Eu. Faço. Para quê?Para quê parto em mil pedaçosA nossa ligação - de muitas faces, moldadaPor horas das nossas conversas e encontros.Amor. Parece que foi isso que eu esqueci,No momento, mergulhando em mim mesmo.Na minha dor, esquecendo-me de ti.Um suspiro. Inspiro. Mais leve. -
Folhas de Oliveira original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 01.01.2024Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Em ondas, em ondas — de novo o amanhecer.Antigas e novas mandam-nos saudações.Com leveza, com alegria cantam baixinho,Tilintam, a sorrir, a pedir abrigo.O grito das gaivotas, um bater brusco de asa,A brisa do mar, uma onda ergue-se,Cachos de pérolas cintilam, a faiscar,Como sol espalhado sobem, a murmurar.A morte persegue-nos aqui e ali,Chega de repente, ou assim nos parece.Atrás dela não vês o fluxo do amorQue leva pelo mundo a lição da morte.A dor recebe-nos com as suas garras e, de repente,Vem o pensamento de olhar à nossa volta.Soprou um vento de leveza e alegria,Como se alguém invisível levantasse voo.Os pensamentos seguem em enxame para longe,A inquietação vai-se embora, o véu cai.As cores da ternura derramam-se na tela,As mágoas foram-se, e com elas a raiva e o rancor.Ele não está aqui, voltou de novo para casa.Levou a nossa dor e devolveu-nos o amor.As folhas de oliveira sussurram ao vento,A vida continua de novo pela manhã.Um pôr do sol delicado, um brilho rosa-claro,Os salpicos das ondas, o grito agudo das gaivotas,Em ondas, em ondas — de novo o amanhecer.A alegria estremece suavemente no seu rasto. -
A Luz da Alegria original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 15.11.2023Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Simples, não simples, então como é?Visto, não visto, e o que é que está mal?Claro, não claro, ou talvez seja assim,Que o que importa ou não seja só uma ninharia.Derramando a saudade, aquecendo a tristeza,Espalhamos a raiva, dos outros não temos pena.Só nos vemos a nós na luz do amor,Mas essa luz está escondida algures cá dentro.Tanta coisa passa sem nós,Não há bondade no brilho dos olhos.Dor, só dor, alimenta o fogo,A aspereza das palavras, a mão a ferver.Raiva e apatia, o mundo dividido,Temos medo lá fora e receio cá dentro,Onde estamos - só há lágrimas e labuta,Ferve o desejo de esquecer e dormir.Mas toda a dor voltará a ferver,Flechas de fogo destruirão o amor,À volta o vazio, já não há inimigos,A surdez das palavras, e apagou-se a luz dos amigos.Onde há dor, o medo mutila-nos outra vez,Matando o que é vivo, pondo o amor à prova.Grita cá dentro - dói-me, estou aqui!Lá fora - só crescem as raízes da fúria.Que a palavra amor se acenda em cores outra vez,Enchendo as feridas, as fendas, a dor.Que chegue de novo ao coração e lá acenda o fogo,Enchendo o espaço, a minha casa.Que o anjo da guarda nos abrace outra vez,Que a nossa voz interior repita - amor,Espalhando-se em ondas, enchendo-nos por dentro,A luz da alegria acender-se-á à volta. -
Férias original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 04.12.2020Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Não dizemos essa palavra,Não temos medo de respirar livremente,Não tentamos fugir à censuraDas multas pesadas - e elas também que vão para o raioA quarentena fartou-nos, máscaras, luvas,Vão todos para..., e estas regras tambémVoam e passam para o outro lado,Onde as multas pesadas vão para o diaboRefrãoAaaaa FériasAaaaa DuasAaaaa Não é precisoAaaaa para lado nenhumPonteDeem-me fériasDeem-me duasDe máscara nãoAntes para lado nenhum -
Solzinho original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 12.04.2020Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.O meu solzinho dorme, enroscado como um gatinho.O sussurro baixo do relógio parece ecoar os passos.Na alma, tanto calor e tanta calma. CobertaCom uma manta de carinho e sonhos claros.Refrãoforte e corajosa, ora como um cisne branco,frágil e terna, andorinha sem fim.O tempo dissolverá os dias, os minutos passados,As luzes das cores vivas e o rasto das dificuldades.O que nos deixará a memória? Que momentos?Somos nós que escolhemos, e nós que os fazemos.Inspira, e um caracol cor-de-rosa escorre para baixo.Expira, e brilhou a centelha de um leve sorriso.Na alma, tanto calor e, como se tivesse asas,Leva-me a profundeza dos olhos cinzentos. -
Montanhas e Trilhos original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 07.10.2019Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Montes, trilhos, as mesmas notas,Passo a passo vais,Sussurra o vento, um olhar em frenteÀs novas curvas do caminhoRefrãoFogem para lugar nenhum, as nuvens correm atrás de nós,E a neve - um muro lisoPasso - inspira, passo - inspira, não há caminho nem duas estradas,E tu - vens atrás de mimSou livre como um pássaroNo alto da serra.O vento repete, sussurra baixinho,Chamando-me outra vez para longe.RefrãoFogem para lugar nenhum, as nuvens correm atrás de nós,E a neve - um muro liso -
Eu e Tu original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 13.08.2019Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Ainda não caíram as folhas,a relva ainda é verdeVoavam em bandos os pássaros,no peito o amor partiuOs reflexos vão mudandona calma dos lagos de MoscovoDerreteram os nossos gestose não há nada por dizerNasciam, como num conto, desenhostecendo-se em miragensOs laços partiram-se em estilhaçose já não há nós: eu e tuO passado não volta atrás,nem vale a pena começarForam-se as velhas zangas,esquecido o selo da mágoaA inquietação vagueava sob a pele,procurava saída em palavrasNão se cola o medo ao amornem se esconde em lágrimas da almaO coração olha em frentee acredita que vai encontrarE passo a passo, teimoso,outro coração vem ao seu encontro -
Mensageiro do Céu original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 28.12.2017Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Para lá do oceano de sonhos em chamaBrilha na névoa a tua espada furiosa.Avança uma avalanche de frases sem sentido,Mordendo-nos com a azia do ódio.RefrãoQue ela venha como uma onda,Levando o medo de partir com vida.Mas a dor abriu tudo por trás do muro,Derrubando as portas da mentira alheia.O céu azul, a voz da despreocupação,A calmaria do vento persegue-nos.Depois da tempestade, a floresta revela-se sempre,Mensageiro do céu, abrigado pela esperança. -
A Cor da Juventude original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 17.12.2017Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Nascemos e morremos,No dia a dia esquecendo os sonhos.Crianças, andávamos sem olhar para trás,Tratando o mundo por tu.Cores vivas, canções e risos.O milagre chega de repente, como a neve.Sorrimos e acenamos a quem parte,Esquecendo outra vez a cor da juventude.RefrãoUma melodia terna brilha nos teus olhos.Histórias marotas esvoaçam nos ramos.É como se eu voltasse aos anos de criança,Aonde a memória me leva, às vezes, nos encontros. -
A Boneca Masha original RU
Letra: Sergio Rykov · 01.07.2016Música: Sergio Rykov · 01.07.2016Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Acontece assim: ela promete e parte para lado nenhum.Desfaz-se como um pássaro e derrete sem deixar rasto.Aparece num sonho como uma nuvem branca, desce do céu como um riacho,Foge atrás do pássaro de fogo à espera de milagres efémeros.RefrãoMas eis o problema —A boneca Masha continua a chorar,E atira-se de cabeçaPara o cativeiro de novos sentimentos.Deixando por todo o ladoApenas as cinzas da esperança.A correr em círculosE a esquecer quem somos.Até quando escolher com cuidado a trama das palavras,Com medo de perturbar o mundo frágil à volta dela.Esquecendo tudo, volto a correr atrás dela.Um rasto de névoa amarela estende-se, a desaparecer ao longe.Refrão -
Confia original RU
Letra: Sergio RykovMúsica: Sergio Rykov · 14.06.2016Tradução automática — apenas para perceber o sentido. A música é cantada em: ru.Confia, sonha, voa,O horizonte vai-se ao longePorquê, para quê? Separam-se para sempre?RefrãoNa tua cidade neva, em flocos brancosNa janela conhecida, luz. Só eu lá não estou.Confia, sonha, voa,O horizonte leva ao longePorquê, para quê? Fugimos dos problemas.RefrãoNa minha cidade neva, em flocos brancosNa janela conhecida, luz. Só tu lá não estás.